Após semanas de discussões sobre a real lucratividade do Xbox Game Pass, o jornalista Christopher Dring, da The Game Business, esclareceu em 8 de julho de 2025 que o serviço é lucrativo mesmo quando o impacto nas receitas dos estúdios first‑party é considerado — um revés para os críticos mais pessimistas.
🔎 O que Dring revelou
- Segundo informações do repórter, a Microsoft confirmou que o Game Pass não soma os custos de estúdios first‑party ao calcular a lucratividade — apenas contabiliza licenciamento de terceiros, marketing e infraestrutura do serviço.
- No entanto, fontes internas revelaram a Dring que mesmo incluindo as receitas perdidas por esses jogos, contando vendas unitárias e microtransações, o Game Pass permanece rentável.
🧩 Como funciona a contabilidade do Game Pass
- O serviço utiliza P&L separados para Game Pass e estúdios internos, já que jogos próprios geram receita via vendas e DLCs, não apenas via assinatura.
- Isso significa que pressiona a margem dos estúdios, mas evita que os cálculos sejam impactados diretamente pela inclusão de seus custos na análise de lucratividade do serviço .
- Ainda assim, conforme Dring, a rentabilidade se mantém positiva, mesmo sob esse contexto mais amplo.