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Cronos: The New Dawn — confira as notas, os pontos fortes e se vale a pena no PS5

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As primeiras críticas de Cronos: The New Dawn chegaram hoje (3 de setembro) e ajudam a responder a pergunta que todo fã de terror está fazendo: o novo jogo autoral da Bloober Team realmente vale a pena? A publisher liberou o embargo nesta manhã, e a onda inicial de reviews pinta um retrato sólido — com elogios à atmosfera, mecânicas de sobrevivência e ao mundo retrofuturista de inspiração do Leste Europeu, enquanto aponta ressalvas ao combate “corriqueiro” e alguns tropeços de ritmo.

As notas indicam um começo promissor. No OpenCritic, o jogo aparece classificado como Strong, com média 78 após dezenas de análises publicadas; no Metacritic, o desempenho fica na casa dos 70 altos, variando por plataforma — um recorte típico de “geralmente favorável” para novas IPs de horror. É o melhor arranque autoral do estúdio em anos, após a boa fase com Silent Hill 2 Remake.

Do lado PlayStation, a avaliação do Push Square resume bem o sentimento de parte da imprensa: 8/10, exaltando um visual “deslumbrante”, a ambientação sufocante e a mecânica de fusão de inimigos — quando você não incinera corpos, monstros próximos “se fundem” e viram ameaças piores. O texto, porém, cita eventuais engasgos de performance e um aproveitamento tímido do DualSense como pontos abaixo do restante do pacote.

A Game Informer elogia a premissa e o tom sombrio, mas considera que a execução de algumas ideias de ficção científica “não chega tão longe quanto promete”, principalmente perto do final. É uma crítica que aparece em outras leituras: o mundo é fascinante, os diários e pistas ambientais instigam, mas a trama nem sempre acompanha a força da direção de arte.

Em paralelo, os roundups do dia mostram um consenso emergente: atmosfera e identidade artística acima da média, combate funcional porém pouco inventivo. A PC Gamer sintetiza que muitos críticos veem um terror “atmosférico e introspectivo”, “segurado” por um combate “arroz-com-feijão”; ainda assim, a soma de ideias e o clima justificam a visita para quem curte survival horror clássico.

Se você quer entender o porquê de tanta conversa, as mãos-na-massa recentes ajudam: na Gamescom, Windows Central descreveu Cronos como um dos destaques da feira, destacando a tensão de gestão de recursos, atualização incremental de armas/armaduras e a rotina de queimar cadáveres para impedir a fusão de criaturas — um detalhe que transforma cada tiroteio em um risco calculado.

Essa mecânica não é um truque isolado. Em Cronos, você é um Traveller que cruza futuro e passado por fendas temporais — incluindo saltos à Polônia dos anos 80 — buscando pessoas-chave para impedir o colapso causado por The Change. O resultado é um terror de sobrevivência com inventário apertado, munição contada e exploração tensa, embalado por estética de brutalismo do Leste Europeu e um retrofuturismo metálico que lembra Blade Runner e Dead Space nas entrelinhas, sem perder voz própria.

No PS5, o que esperar? Cronos roda na Unreal Engine 5, e os relatos iniciais de crítica citam uma apresentação forte no console, com ressalvas a quedas pontuais de quadro e ao feedback háptico abaixo do potencial — nada que apague a força da ambientação ou do design de som, mas elementos que fãs de imersão podem notar. Para quem joga também no PC, análises técnicas iniciais falam em bom ganho com Lumen com RT e DLSS 4 (no caso do PC), o que reforça que há margem para otimização gráfica em máquinas adequadas.

Data e escopo. Cronos: The New Dawn chega em 5 de setembro para PS5, Xbox Series, PC e Switch 2 — e marca a primeira grande nova IP autoral da Bloober pós-Silent Hill 2. A própria equipe vem dizendo que queria se afastar de repetir fórmulas e explorar um horror de ficção científica mais “mão-na-massa”, com foco em combate e sobrevivência, sem perder o subtexto psicológico.

Vale a pena?

Se você é do time que ama survival horror clássico — inventário curto, rota pensada, salinhas que aliviam o coração e inimigos que punem descuido —, a resposta tende a ser sim. Os elogios à atmosfera, ao sound design e ao mundo retrofuturista são consistentes entre veículos; a mecânica de fusão/cremação dá sabor tático aos encontros e cria histórias emergentes do tipo “quase deu ruim”. O “porém”: o combate aparece como “bom, mas derivativo” em parte das críticas, e a história pode soar menos impactante do que o cenário sugere — especialmente perto do clímax. Em outras palavras, não revoluciona o gênero, mas entrega muito bem o que propõe. Para quem curte esse tempero, vale o ingresso; para quem busca uma reinvenção radical, talvez seja melhor entrar com a expectativa calibrada.

No agregado, as notas de hoje sustentam essa leitura: faixa dos 78–80 nos principais painéis, críticas elogiando a identidade e apontando arestas no combate — um começo sólido para uma nova franquia de terror, com potencial de crescer em sequências. E, sendo um projeto multiplataforma com lançamento já nesta semana, a barreira de entrada é baixa para quem quer conferir no PS5 sem esperar muito.

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